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A China redefine o paradigma do tempo de recarga para veículos elétricos (EVs). Diferenças de apenas alguns segundos agora separam as tecnologias de ponta desenvolvidas para o segmento, com modelos como o Lynk & Co 10 e soluções da BYD e CATL prometendo transições de 10% a 70% em tempos drasticamente reduzidos, comparados aos minutos que ainda dominam outros mercados. Essa evolução tecnológica levanta novas questões sobre o custo-benefício e a percepção de uso dos EVs em larga escala.

O cenário automotivo brasileiro está prestes a receber uma nova e promissora adição com os testes em solo nacional do BAIC Arcfox Alpha T5. Este SUV elétrico chinês, flagrado em São Paulo, demonstra o forte interesse da fabricante em conquistar o mercado local, posicionando-se para competir diretamente com modelos já estabelecidos de marcas como BYD e Geely.

Em meio a enchentes históricas que assolaram a província de Guangxi, na China, veículos elétricos e híbridos plug-in (NEVs) emergiram como uma solução inesperada. A tecnologia V2L (Vehicle-to-Load) desses carros tem sido fundamental para a comunidade local, funcionando como pontos de energia improvisados para carregar celulares e outros dispositivos essenciais em áreas afetadas pela falta de eletricidade.

A Geely celebrou um feito impressionante ao estabelecer um novo recorde mundial no Guinness com seu sedã híbrido plug-in, o Galaxy A7 EM. O modelo provou sua eficiência extrema ao percorrer a maior distância já registrada por um veículo de sua categoria, utilizando apenas um tanque de combustível e a carga inicial da bateria, sem quaisquer paradas para recarga ou reabastecimento.

O futuro da Polestar nos Estados Unidos tornou-se significativamente incerto após o Governo americano negar à marca uma autorização crucial, impedindo a venda de carros novos a partir do ano-modelo 2027. Essa barreira regulatória, ligada à propriedade chinesa da Geely, altera drasticamente o cenário para veículos elétricos (EVs) no mercado americano.

A indústria automotiva volta a debater a segurança e a disciplina industrial com as duras críticas de Li Shufu, Chairman da Geely. Ele condenou o conceito de “carro fast food”, associando atalhos de fabricação de baixo custo a riscos operacionais irreversíveis e defendendo a primazia da durabilidade e dos testes rigorosos na produção de veículos, especialmente nos segmentos de maior volume.

A Geely Auto consolidou sua influência no emergente mercado de picapes elétricas ao anunciar a aquisição total das operações da Radar Auto, anteriormente uma marca de nova energia do Geely Holding Group. Com esta manobra estratégica, a montadora chinesa visa expandir sua linha de picapes eletrificadas e reforçar sua presença em mercados internacionais, incluindo o Brasil sob a denominação Riddara.