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Diante da crescente pressão de montadoras chinesas e da inovação tecnológica impulsionada pela Tesla, as gigantes japonesas Honda, Nissan e Mitsubishi estão em avançadas negociações para desenvolver e adotar unidades de controle eletrônico (ECUs) padronizadas. Essa colaboração estratégica visa reduzir custos significativamente e acelerar a transição para veículos definidos por software (SDVs), prometendo um futuro mais competitivo para as marcas.

O icônico Nissan GT-R não se tornará um veículo elétrico puro em sua próxima geração. Executivos da Nissan descartam a eletrificação total para o “Godzilla”, argumentando que a tecnologia de baterias atual ainda não é capaz de entregar a performance esperada para o lendário esportivo. A Nissan considera um futuro com motor a combustão, possivelmente auxiliado por um sistema híbrido, como a solução mais viável para manter a essência do modelo.

A Nissan, renomada fabricante japonesa de veículos, anunciou a redução de seus prejuízos no ano fiscal que se encerrou em março. Apesar de ainda registrar perdas, a empresa demonstra sinais de recuperação e projeta um retorno sólido à lucratividade, impulsionada por uma gestão rigorosa de custos e pelo lançamento de novos modelos que visam fortalecer sua posição no competitivo mercado automotivo global.

A Dongfeng Motor se prepara para desembarcar no Brasil em agosto, introduzindo os veículos elétricos Box e Vigo. A montadora chinesa adotará uma abordagem estratégica e colaborativa, utilizando as instalações da Nissan em Resende (RJ) para sua produção local. Essa iniciativa marca um passo significativo na expansão de elétricos asiáticos no mercado brasileiro.

A Nissan, em uma reviravolta estratégica significativa, decidiu reorientar seus investimentos nos Estados Unidos. A promessa de uma nova fábrica de R$ 2 bilhões focada em veículos elétricos (EVs) foi suspensa, com a montadora voltando seu foco para picapes e SUVs a combustão. Essa mudança reflete uma adaptação às atuais demandas do mercado norte-americano e aos desafios na adoção de elétricos.